Segunda-feira, 5 de Março de 2007

Gil Vicente- slogan

Gil Vicente, um autor de primeira na segunda...

publicado por os_papas às 11:48
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Encenação de Gil Vicente: Sucesso total!!!

Estamos na Corte Real, no dia 6 de Junho de 1502. Existe um grande aparato na corte após o nascimento do Infante D. João III.
Com o intuito de animar a Rainha D. Leonor, Gil Vicente apresenta o Monólogo do Vaqueiro.
O local onde nos encontramos são os aposentos da Rainha, dado o seu estado algo fragilizado após o parto. As damas de companhia encontram-se à volta do leito, as amas embalam o príncipe, que, ainda espantado com o cenário que o rodeia, teima em demonstrar o seu desagrado pela vinda a este mundo. O pai, D. Manuel I, e alguns conselheiros também se encontram presentes.
Como antecipação à apresentação da peça, a excitação cresce e a rainha esquece o sofrimento recente, perante a alegria do nascimento do herdeiro do trono.
Está tudo preparado para assistir à encenação levada a cabo por Gil Vicente e os seus colaboradores.
À medida que se vai desenrolando a peça, os ânimos sobem ao rubro. A Rainha está felicíssima. Até o príncipe parece sorrir.
O êxito é total e Gil Vicente torna-se o dramaturgo oficial da corte, sob a protecção de Sua Majestade, a Rainha D. Leonor, o que lhe permite satirizar a sociedade, sem sofrer retaliações por parte da Inquisição.
A partir deste dia, torna-se o organizador de todas as festas que têm lugar no paço real, agourando-se-lhe um longo e feliz futuro como dramaturgo.

publicado por os_papas às 11:35
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Auto da Barca do Inferno


publicado por os_papas às 10:53
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Homenagem a Gil Vicente


publicado por os_papas às 10:48
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Domingo, 4 de Março de 2007

Entrevista a Gil Vicente

Como se chama?
Gil Vicente

Onde e quando nasceu?
Onde? Talvez em Guimarães... Beira Alta... Lisboa...
Quando? por volta de 1465, mas não tenho a certeza. Deve ser da idade.

O que fez na sua incógnita vida?
Ouvi dizer que fui alfaiate, ourives da Rainha D. Leonor, e por uns tempos dramaturgo.

Quando elaborou a sua primeira obra?
Já se passou algum tempo, acho que foi no ano 1502  o "Monólogo da Visitação ou do Vaqueiro".

E vida privada, teve?
Acho que sim, mas não tive grande tempo, só me casei duas vezes da quais tive alguns filhos.

Quando ocorreu o o auge da sua carreira?
Talvez entre 1502 e 1536, quando fiz representar cerca de meia centena de peças.

Quais os seus  maiores problemas durante a sua ilustre vida?
O maior problema, foi no final da minha vida, quando tive problemas com a Inquisição.

Quando morreu?
Não tenho a certeza mas suponho que tenha sido pouco depois de 1536, mas no máximo, andes de 16 de Abril de 1540.


Adaptado de Auto da Barca do Inferno - Edição escolar de Amélia Pinto Pais. Areal Editores.


publicado por os_papas às 15:56
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Segunda-feira, 26 de Fevereiro de 2007

Características do teatro vicentino

Gil Vicente é considerado um poeta-dramaturgo. Dramaturgo por ser criador de teatro; e poeta porque toda a sua obra é escrita em verso. Nas suas obras critica a sociedade do seu tempo, pondo a descoberto muitos dos vício e hábitos das várias classes sociais. Por isso se considera a sua obra como um espelho, porque reflecte fielmente a sociedade do século XVI. Uma das características das obras de Gil Vicente é o recurso a personagens-tipo. As suas personagens não são individuais, mas representam sempre um grupo, uma classe social, uma profissão, e são uma síntese dos efeitos e virtudes desse grupos. Desta forma, Gil Vicente satirizava a sociedade sem atacar directamente qualquer pessoa em particular. A expressão latina "ridendo castigat mores", que significa "é rir que se castigam os costumes", foi o princípio que Gil Vicente aplicou á sua sátira - através do cómico, provucando riso no público, o dramaturgo denuncia os erros de cada classe social. 


publicado por os_papas às 11:27
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Biografia de Gil Vicente

VICENTE, Gil

(C.1465? - C.1536?)
 
Dramaturgo e poeta português. Desconhecem-se dados seguros acerca da sua biografia. Eventualmente, terá nascido em Guimarães. Sabe-se que, desde inícios do século XVI, se encontrava na corte, onde organizava festas e comemorações de acontecimentos importantes (como nascimentos ou esponsais).

A divisão das peças de Gil Vicente em géneros não é pacífica nem estanque. Luís Vicente acrescentou aos três géneros considerados pelo pai – obras de devoção, farsas e comédias – um quarto, a tragicomédia. No entanto, a classificação varia consoante o critério tomado, podendo considerar-se a existência de vários tipos de autos (de moralidade, como o Auto da Alma e a Trilogia das Barcas, cavaleirescos e pastoris), farsas (com destaque para a Farsa de Inês Pereira) e alegorias de temas profanos.
 
Em termos de pensamento, Gil Vicente apresenta ora a defesa, ora a crítica da mentalidade medieval de cruzada, denunciando por vezes a cobiça existente por trás desse espírito. É, no entanto, um representante da concepção religiosa medieval ligada ao sentido e valor da vida humana no mundo. Ao mesmo tempo, assume certas perspectivas menos ortodoxas dos debates teológicos do século XVI, nomeadamente algumas tendências próprias da ideologia da Reforma na sua crítica à corrupção da Igreja. O teatro vicentino é, acima de tudo, um teatro de sátira e de ideias. As personagens representam exemplares humanos e sociais, uns violentamente criticados (como o frade ou o escudeiro), e outros que denunciam as vítimas de corrupção e do parasitismo de certas classes (como o lavrador).
 
A sátira envolve todas as classes sociais: o clero, devasso e descuidado do cumprimento dos seus deveres religiosos (Auto da Barca do Inferno, Farsa do Clérigo da Beira e Barca da Glória); a nobreza (por exemplo, no Auto da Barca do Inferno) e o povo (por exemplo no Auto da Feira). São ainda tipificados e criticados comportamentos como as dissensões religiosas da Igreja (Auto da Feira, Sermão de Abrantes), a corrupção da Justiça (Juiz da Beira, Auto da Barca do Inferno), a ambição desmedida que comandava os descobrimentos e a corrupção social e moral que estes provocavam (Auto da Índia), o viver acima das possibilidades económicas (Farsa dos Almocreves), a exploração dos pequenos pelos grandes (Auto da Barca da Glória) e tipos sociais ou profissionais como os escudeiros pelintras (Quem Tem Farelos?), os médicos incompetentes (Farsa dos Físicos), as alcoviteiras (Auto da Barca do Inferno, Auto da Barca do Purgatório, Farsa de Inês Pereira), os criados maldizentes (Auto da Índia, Quem Tem Farelos?) e o velho apaixonado (O Velho da Horta).
 
Frequentemente alegóricos, os seus autos colocam também em cena figuras mitológicas (como Mercúrio) ou teológicas (como a Alma, ou Roma) que ilustram determinadas concepções do mundo. Gil Vicente retrata, pois, a sociedade portuguesa do seu tempo, em todos os seus vícios e impulsos, num registo de valor incomensurável para o conhecimento da época.

Do ponto de vista poético, é notável a sua capacidade de captar as mais diferentes tonalidades e registos de linguagem — a linguagem típica de cada grupo social, de cada atitude, em diálogos ou monólogos extremamente vivos que os definem exemplarmente. Consegue exprimir, em tom adequado, tanto as mais elevadas vivências espirituais, como o sofrimento dramático, a manha ou a inocência de certas personagens, ou ainda a força viva da natureza, em elementos que a personificam.

Não sendo um inovador (recorre sobretudo à métrica tradicional), recolhe a vivacidade da linguagem coloquial na sua variedade e no seu poder sugestivo.


Adaptado de http://pt.wikipedia.org/
 

publicado por os_papas às 11:18
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Quinta-feira, 22 de Fevereiro de 2007

Titulo e autor da obra

Nós escolhemos a obra "Auto da Barca do Inferno" de Gil Vicente porque é uma obra criada noutros tempos que retrata a actual sociedade. Esta obra critica a população em geral levando ao ridiculo os seus comportamentos de forma ironica e sarcastica provocando o riso nos espectadores / leitores.


publicado por os_papas às 17:06
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Quem somos?

Somos o André Brito, Francisco Barros, Hugo Pereira, José Pedro e Luis Pinto do 9º ano da turma 28 e frequentamos a Escola Básica Integrada de Diogo Bernardes em Ponte da Barca no distrito de Viana do Castelo.

 



publicado por os_papas às 16:51
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